quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Território do surf baiano: Itacaré - BA.

Salve, salve, galera!!! Como estão vocês? Muitas viagens?
Nessa postagem irei falar um pouco sobre a viagem que fiz à Itacaré com minha noiva e parceira de trips, no final de Dezembro de 2014 até a virada de ano. Depois seguimos viagem para outros picos que irei postar depois.

Itacaré é uma pequena cidade que está localizada no pólo turístico da Costa do Cacau, litoral sul da Bahia. Fica à 422 km de Salvador, com um tempo de viagem estimado em 5 horas e 35 minutos (de automóvel).

Saímos de Serrinha e fomos pela BR-101, sentido Itabuna, pois o trecho da BA-001 (que seria a nossa primeira opção) foi interditado por conta da queda de uma ponte. Fomos até a entrada de Travessão, e entramos na pista que leva à Camamu. De lá seguimos até Itacaré.


O percurso que fiz está destacado em azul

BR-101

Itacaré é um verdadeiro paraíso! Curto demais esse lugar! Já conhecia de outras duas vezes que estive lá, mas dessa vez fui de carro, o que me permitiu conhecer muitas outras praias, trilhas, rios e cachoeiras que não conhecia. Então taí uma boa vantagem em ir de carro. Mas pra quem vai com outro tipo de transporte, também da pra conhecer muita coisa... é que Itacaré realmente oferece muitas opções pra quem curte a natureza.

Passei 4 dias nesse paraíso e priorizei visitar lugares que eu não conhecia, e é justamente sobre esses lugares que irei falar aqui nesse post. Ah... alguns eu já conhecia, mas fiz questão de voltar pra explorar melhor o local.

Itacaré é o lugar perfeito pra quem curte esportes radicais, como: surf, skate, arvorismo, tirolesa, rafting, parapente, etc. Durante o dia, você tem uma infinidade de opções para ir. Indico iniciar pelas praias urbanas que, por sinal, são belíssimas. Acesso fácil, muito movimento de surfistas, turistas diversos e muita gente bonita! Nas praias você tem a opção de consumir produtos diversos, inclusive frutas. Provar uma melancia geladinha na praia da Tiririca... que tal? Recomendo! Entre as praias urbanas, essa é a mais badalada, pelo que pude perceber. Tem até "piscinão" pra quem curte skate. Todas as praias urbanas são bem próximas (são 4 ao total: Concha, Resende, Tiririca e Ribeira), sendo a mais distante a da Concha, mas que nem é tão distante assim, até porque Itacaré é uma cidade pequena (aproximadamente 14 mil habitantes, sendo que o município possui em torno de 27 mil habitantes).


Pituba, Itacaré.
   

Praia de Tiririca

Praia de Tiririca. Sinta a vibe!

Frutas tropicais na praia: quem vai?

Pituba

A cidade oferece uma boa infraestrutura turística, com diversas opções de pousadas, hotéis, camping, albergues, diversos tipos de restaurantes, agencias de turismo, lojas e bares. A maior parte delas estão concentradas no bairro do Centro e Pituba.

Pra quem está pensando em ir na alta estação, claro que os preços são bem mais altos do que se você ir em uma outra época. E se você for passar o réveillon, aí é que os preços realmente são maiores, mas, dependendo da intensidade que você irá consumir, ou onde irá se hospedar, esses custos podem ser reduzidos. Existem pacotes para hospedagem nessa época. A dica do geomochilão são as suítes/kitnetes do meu amigo Alde Vieira, presidente do clube de longboard de Itacaré. Gente finíssima e muito conhecida no local. Conheci quando visitei Itacaré em 2009 e nos tornamos amigos. Ele oferece duas kitnetes a preços muito bons. Dá pra ir de galera e rachar o valor, o que sai ainda mais em conta. E o melhor, fica localizado na melhor área de Itacaré: Pituba. Pertinho das praias urbanas.

As trip´s também nos proporcionam fazer novas amizades. Esse é o grande Alde! Gente finíssima!


Aconselho comprar um mapa turístico que você pode encontrar nos supermercados e lojas de Itacaré, e traçar sua rota. Foi exatamente isso que fiz. Entre as opções que escolhi pra conhecer foi a praia de Jeribucaçu. Essa praia fica um pouco mais distante da área urbana (9 km ao sul de Itacaré), mas nem tanto, se comparado as outras.

Escolha a sua praia e se jogue!

Para se chegar à Jeribucaçu é necessário pegar a pista da saída de Itacaré até a rótula e seguir em direção à Ilhéus (BA-001), mas logo após a rótula entre a esquerda. Depois de alguns minutos de estrada de chão, tem um estacionamento, onde se paga em torno de 10 reais (alta estação) e depois você segue a trilha a pé. Para as trilhas, o ideal é ter um guia acompanhando, mas a de Jeribucaçu é bem tranquila e dá pra ir sem guia, apesar de ter vários guias-mirins oferecendo o serviço no estacionamento. O percurso da trilha é em meio a mata atlântica, sem maiores dificuldades... classifico-a em nível fácil em alguns trechos e médio em outros, onde existem alguns declives. Depois de uma média de 30 minutos de trilha, vem a recompensa: uma praia charmosíssima, com direito a encontro de rio com mar e muito verde da mata atlântica que a cerca.

                                        Vista panorâmica de Jeribucaçu.
                                        Foto: Mário Nogueira

Trilha pra Jeribucaçu

Vista da praia de Jeribucaçu, a partir da trilha.






Vai uma gelada, aí?!

Rio Jeribucaçu: banho revitalizante!


Pequena faixa de praia ao lado do rio

Outro trecho da faixa de praia de Jeribucaçu, fora da área do rio.


Exitem agencias turísticas lá em Itacaré que oferecem esse passeio. Outra opção é ir táxi até a entrada da trilha, combinando a volta.

A praia que visitei no dia seguinte foi Itacarezinho. Essa eu já conhecia, mas, de tão bela, resolvi retornar para conhecer melhor. Em meio ao percurso tem um mirante com uma vista incrível! O acesso à praia pra quem está em Itacaré também é feito pela BA-001 até se chegar a entrada de Itacarezinho, onde existe ainda um pequeno trecho por dentro de uma área particular. São 15 km ao sul de Itacaré. O estacionamento custou 30 reais.

Parada obrigatória. Mirante Itacarezinho: vista de tirar o fôlego! 


A opção pra quem está sem carro é pegar um ônibus Itacaré, sentido Ilhéus, e parar em Itacarezinho. Aos pedestres, não é cobrado taxa de acesso à praia. A caminhada é de aproximadamente 30 minutos.

A praia de Itacarezinho é extensa, diferente das outras praias de Itacaré. Na ponta norte da praia existe uma queda d´água pra quem quiser se refrescar. Existe um bar/restaurante na praia (o único do local) que a consumação mínima por pessoa é de 50 reais. Oferece uma infraestrutura excelente, mas prepare o bolso, pois os preços são bem elevados (o almoço para 1 pessoa estava custando a partir de 50 reais). Quem quiser pode aproveitar pra conhecer a cachoeira de Tijuípe, que fica bem perto dessa praia (um pouco depois da entrada de Itacarezinho), e a entrada custa 15 reais por pessoa.



Extensa faixa de praia de Itacarezinho




Flagra


Flagra em zoom


Caminhando na praia de Itacarezinho podemos encontrar surpresas como essa.



A praia que visitei no dia do réveillon foi a Prainha. Essa eu também já conhecia, mas fiz questão de voltar lá para apresentar a minha noiva e parceira de trips. :)

Para se chegar a esta praia, é necessário percorrer uma trilha de nível médio, que sai da praia da Ribeira. São 40 minutos de trilha e aconselho ir acompanhado por um guia, pois é uma trilha onde existem trechos confusos, com muitas bifurcações e não é sinalizada. É fácil encontrar guias espalhados pela cidade ou até mesmo na entrada da trilha. As próprias agências oferecem o passeio. Na alta estação, cobram em torno de 20, 25 reais por pessoa. Na trilha, passamos por trechos de cachoeira e ribeirões, sempre cercados por uma exuberante vegetação de Mata Atlântica.

Trilha pra prainha, em meio a Mata Atlântica.


Boas surpresas durante o percurso.


Banho de água doce em queda d´água, na trilha pra prainha


Chegando na Prainha a vista é incrível. A praia então, nem se fala. Um paraíso! Lá, existe uma barraca vendendo frutas, água, queijo, água de coco. Muitos surfistas frequentam essa praia, assim como as outras de Itacaré. Passamos algumas horas nessa lá, aproveitando bastante.

Chegada na prainha


Prainha


Sobre a vida noturna em Itacaré, o que tenho a dizer é que é bem agitada, principalmente no bairro da Pituba. Muita badalação! Pra quem curte, se jogue, que o negócio é bom!

Uma boa pedida da noite é provar as roskas de frutas tropicais

No réveillon, pra curtir a virada de ano, tem opção de todo tipo. Vai do seu estilo. Por exemplo, se você curte uma badalação, festa, música ao vivo, etc, tem a barraca de Corais, onde existe uma festa fechada com diversas atrações musicais. Pra quem não quer entrar na festa, tem a opção de ficar do lado de fora, onde o movimento é bem intenso. Essa barraca fica na praia da Concha. Já quem prefere algo mais tranquilo, tem a opção de virar o ano na praia de Resende, onde as pessoas curtem a natureza, tocando violão, a luz de velas, à beira da praia, em um clima de paz... tudo muito zen!

Nessa virada da praia da Concha, a duração de queima de fogos durou em torno de 20 minutos.
Réveillon "zen" na praia de Resende: para aqueles que querem fugir da badalação.


No dia 02 de Janeiro nos despedimos de Itacaré e seguimos para outro pico...

Então é isso, galera! Espero ter contribuído com o planejamento de viagem de vocês, caso queiram visitar esse paraíso! No próximo post falarei sobre esse outro pico que pode ser incluído no seu roteiro de visita à Itacaré. Foi o que fiz...  o pico chama-se Barra Grande, e é um local incrível! Então fiquem ligados na próxima postagem do blog. Ah, outra novidade é que agora também estamos no instagram: sigam @geomochilao e fiquem ligados nas novidades, dicas e fotos de diversos picos
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Um grande abraço a todos e boas trips! :)


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Na terra de Tieta! Mangue Seco - BA.

Eai, galera!!! Quanto tempo, hein?! 

Dei uma relaxada com o blog, mas não deixarei de postar algumas dicas de viagens por aqui, nem que seja de vez em quando... rsrs. Confesso também que a viagem que vou relatar nesse post me inspirou a "reativar" o blog.

Bem, então vamos ao que interessa!

O destino dessa vez foi Mangue Seco, última praia no extremo norte do litoral baiano, localizado no município de Jandaíra, fazendo fronteira com o estado de Sergipe. O cenário local foi retratado na novela global "Tieta",  inspirada no romance "Tieta do Agreste", de Jorge Amado. Desde então, tudo por lá está relacionado com essa novela. Mangue Seco possui numerosas dunas e paisagens primitivas de rios e mar (bahia.com.br).


Viajei com minha namorada e mais um casal de amigos. Saímos de Camaçari - BA na Sexta-Feira, dia 29 de Novembro de 2013, às 20hs. O acesso a Mangue Seco é complicado. Você tem duas opções de acesso: 1 - Você segue a linha verde até depois da divisa entre BA-SE, depois entra a direita, depois da rótula, no município de Indiaroba, seguindo até pontal. Chegando em Pontal você tem que deixar seu carro em uma das opções de estacionamento que tem por lá. Depois pega a lancha até Mangue Seco. 2 - Essa opção foi a que escolhemos, porém, só pode ser feita em carros 4x4, pois a rota é feita pela praia cortando a linha verde até a entrada da praia de Costa Azul, que fica antes da divisa entre Bahia e Sergipe. Pegamos uma estrada de chão que liga a linha verde a Costa Azul e depois mais 28km pela praia. Esse trecho foi tenso, pois não conhecíamos a rota e a viagem só poderia ser feita durante a maré baixa. Como já estava tarde, estava tudo muito escuro e deserto. A maré não estava tão baixa assim, o que fez a viagem ficar bem tensa. Chegando nas proximidades de Mangue Seco, nos perdemos. Tive que acordar um pescador em sua casa na praia, por volta de meia noite, pra pedir informação... rsrs... caso contrário, teríamos que dormir no carro, lá na praia, pois não estávamos encontrando a entrada pra vila de Mangue Seco. Felizmente ele acordou e nos ajudou com as informações. 
Chegamos na pousada, tudo fechado. Tivemos que acordar os funcionários pra nos receber. Fomos pra nosso quarto, tomamos umas cervejas e fomos dormir.

No Sábado, pela manhã, tivemos a noção da pousada em que estávamos hospedados. Muito aconchegante, com várias opções de lazer para os hóspedes, desde piscina, arco e flecha, campo pra vôlei, pranchas de surf e bodyboard, até Slack line. Há um projeto também para instalação de um campo de golf. Na baixa estação, a diária fica em torno de 200 reais. Na alta estação fica 300 reais. Porém, em Mangue Seco você pode encontrar várias opções de pousadas e hotéis com preços mais em conta, inclusive. O aconchego da pousada vale o preço. Tomamos café, que já estava incluso no pacote das diárias, e depois fomos fazer um passeio de buggy. Ah, o nome da pousada que ficamos é "Pousada do Forte", fica localizada bem em frente ao Rio Real.
O passeio de bugue fica por 80 reais, pra 4 pessoas. O passeio é indispensável! Muito divertido e com paisagens deslumbrantes! Vale muito a pena! O buggy nos deixou na praia e combinamos com o motorista o horário que queríamos voltar pra vila. Ficamos na barraca "Asa Branca", que nos foi indicada como a melhor de Mangue Seco. Os preços estão na média de lugares turísticos da Bahia... 



 Pela tarde, após a praia, ficamos na pousada relaxando na piscina e a noite fomos pra vila jantar. Chegando na vila, por volta das 20hs, percebemos que estava tudo bem parado e a maioria dos estabelecimentos fechados. Tivemos dificuldade de encontrar um local bacana pra jantar, porém, depois de procurarmos, acabamos encontrando. A noite em Mangue Seco é assim, bem tranquila... tudo fecha muito cedo e os turistas ficam em suas pousadas e hotéis descansando. Quem está em busca de badalação, esqueça Mangue Seco. Mas quem está em busca de tranquilidade, lá é o lugar ideal. Fomos dormir mais cedo, pois teríamos que acordar cedo no outro dia, já que pretendíamos fazer o passeio de lancha e depois voltarmos pra casa.

No domingo pela manhã, tomamos café na pousada e estávamos aguardando o passeio de lancha. O passeio de lancha fica por 160 reais pra 4 pessoas. Infelizmente, por conta de um imprevisto do amigo que nos acompanhava na viagem, tivemos que desistir do passeio e antecipar a viagem de volta. 

Voltamos pela praia e dessa vez foi muito mais tranquilo, pois a maré estava bem baixa e estava de dia, diferentemente da ida. Viajamos curtindo as belas paisagens do trecho de praia entre Mangue Seco e Costa Azul.
E assim foi a nossa viagem... rápida, porém, aconchegante e com alguns momentos de aventura... hehehe.
Portanto, quem está em busca de muita tranquilidade pra renovar as energias, o lugar é esse!

Abraços e até a próxima!






quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Trip da virada 2012-2013: Sítio do Conde, Barra da Siribinha e Barra do Itariri - BA.


Fala, cambada!! Como passaram o fim de ano? Viajaram muito??

Esse post é justamente sobre minha viagem de réveillon. Esse ano, eu e a minha galera de trips decidimos explorar um pouco mais a região turística da costa dos coqueiros, na Bahia. Os picos foram: Sítio do Conde, Barra da Siribinha e Barra do Itariri. 

Fonte: www.bahia.com.br
    Nosso trajeto...
Fonte: Google Earth

SÍTIO DO CONDE

Alugamos uma casa em Sítio do Conde, a uns 100 metros da praia, e lá foi o lugar escolhido pra ser o nosso “QG”. Esta vila faz parte do Conde, município baiano com pouco mais de 23 mil habitantes (de acordo com o IBGE), localizado no litoral norte da Bahia. A vila fica a 6 km da cidade sede. Eu, particularmente, tenho preferência por lugares mais bucólicos pra passar meus últimos dias do ano, que não é o caso de Sítio do Conde, porém, a proximidade deste local com outros picos é uma grande vantagem. Sítio do Conde é bem movimentada nesta época. Carros com som alto tocando música baiana na praça, muito movimento, enfim, pra quem curte esse tipo de badalação, pode chegar! Em relação à praia, é preciso curtir com atenção, pois o mar é bem agitado. No percurso há algumas opções de barracas, pra quem tiver a fim de consumir na praia.

Um dos acessos a praia de Sítio do Conde


Praia do Sítio do Conde, quando chegamos. Nos dias posteriores, o fluxo de pessoas foi intenso.


Deu até pra rolar o tradicional babinha na maré baixa.

Vale ressaltar também que na vila do Sítio do Conde não há muitas opções de restaurantes com variedades no cardápio. Além disso, o atendimento em alguns estabelecimentos que fui deixou muito a desejar. Chegamos a ficar mais de 1 hora e meia aguardando uma simples pizza! Desistimos e fomos a outro estabelecimento, e pra nossa surpresa também houve muita demora no atendimento. Além disso, o réveillon por lá também deixou muito a desejar. Quase não existiu queima de fogos e também não houve festa na virada do ano (segundo informações, esse ano o prefeito resolveu economizar na compra de fogos e festejos da virada). As festas foram nos dias 29 e 30, com bandas baianas, em local fechado. Fora isso, as praias que ficam próximas a vila são ótimas opções pra quem tá a fim de relaxar. 

BARRA DA SIRIBINHA

No percurso entre o Sítio do Conde até Barra da Siribinha são 18 km de estrada de chão. O trajeto é agradável pois parte do caminho se faz ao lado do mar, praticamente na areia da praia. Da pra ir de carro comum, porém só até a vila de Siribinha. Fora isso, só com carro 4x4 pra ter acesso ao local. 

Percurso entre Sítio do Conde e Siribinha. Que beleza de trajeto, hein?
Estacionamento de carros, em Siribinha.


Praia de Siribinha


Já que nós estavamos de carro comum, ao chegarmos lá tivemos duas opções para ter acesso a Barra da Siribinha: lancha (pelo rio Itapicurú) ou Buggy. Como naquele dia só existia 2 Buggys, não dava pra levar toda a galera. Decidimos ir de lancha. Deixamos os carros estacionados em Siribinha e seguimos nosso caminho. O preço da lancha é R$5,00 por pessoa e o percurso dura em torno de 15 minutos. De Buggy é o mesmo preço.

Acesso as lanchas


"Lanchas" que fazem o transporte dos turistas até Barra da Siribinha
Barra da Siribinha me surpreendeu. O passeio pelo rio Itapicurú é bem interessante, até chegarmos as barracas, que ficam próximas a foz do rio. Chegando lá, pudemos desfrutar de um revigorante banho de rio, além de curtir a paisagem local, degustando de um bom peixe frito, caranguejo e o tradicional pastel local, acompanhados de muita cerveja gelada. Vale destacar o ótimo atendimento e os ótimos preços, abaixo do padrão dos locais turísticos que podemos encontrar por aí. Ou seja, tudo lindo! rsrs...

Rio Itapicuru


Barra da Siribinha


Proximidades da foz do rio Itapicurú

BARRA DO ITARIRI

O acesso partindo de Sítio do Conde é por estrada de chão. São 13km de percurso. Visualizei dois campings até lá, sendo que um deles já fica na vila de Barra do Itariri. 

Percurso entre Sítio do Conde - Barra do Itariri
Rio Itariri
 Eu, particularmente, já conhecia o local. Fui em 2005, na baixa estação. Naquela época, pude observar uma vila tranquila, com pouco movimento. Dessa vez, por ser alta estação,  fui surpreendido por um fluxo intenso de turistas. 

Intenso fluxo de turistas e moradores.

Existem algumas opções de barracas pra quem quiser consumir por lá. 



É necessário bastante cuidado com o banho de rio, pois na maré alta ele se torna bastante perigoso. Na maré baixa dá até pra atravessar o rio a pé, mas mesmo assim é necessário ficar atento com a subida da maré. O rio Itariri deságua justamente nesse trecho. O mar também é bastante agitado. Existem vários casos de morte por afogamento neste local, inclusive de um amigo meu. Portanto, fica aqui a dica de precaução. 

Foz do rio Itariri. Belo e perigoso...
Passamos o dia curtindo o banho de rio, tomando uma cervejinha gelada e devorando peixe frito. Apesar do perigo do banho, vale a pena conhecer o pico. A paisagem é belíssima! 

Rio Itariri
É isso aí, galera! Minha virada de ano, resumidamente, foi assim. Fizemos nossas farras na casa, com muito churrasco e águas que passarinho não bebe (rs), etc., sempre ao som de uma boa música. Pela manhã sempre rolava o velho "babinha" de praia com a galera lá no Sítio do Conde. No final das contas, apesar de alguns pontos negativos, foi uma viagem bastante divertida e deu pra conhecer belos lugares. Portanto, quem tiver afim de ir pra esse lugar, não fique limitado apenas a vila de Sítio do Conde. Largue de preguiça, pegue a estrada e vá explorar os picos próximos a ela. Vale a pena! Existe também a opção de ir a Mangue Seco, que também fica próximo. Sem falar na opção de conhecer a praia naturalista de Massarandupió, além de Subaúma e Costa Azul. No meu caso, não deu pra conhecer todos os picos, apesar de já ter conhecido Mangue Seco em outra ocasião. Vai ficar pra próxima!


Então é isso, pessoal. Meu post da virada 2012-2013 vai se encerrando por aqui. Espero que tenham gostado. Aproveitem as dicas e pé na estrada!


Boas trips pra vocês e até a próxima!